Mais loucura, por favor.

Não, eu não morri, apesar de estar sumida por algumas semanas aqui do Estrelices por motivos de vida. Mas enfim… Hoje é sexta, dia de esquecer os problemas e cair na gandaia. No meu caso, cair no sofá mesmo, o que não me entristece, já que relaxar era o que eu precisava depois de uma semana de estudos e noites mal dormidas.

Para tentar compensar minha ausência, resolvi fazer um humilde textinho para vocês. 😉

———-*———–

“Louca. Isso que eu quero ser quando crescer”.

Sempre que alguém me pergunta sobre o meu futuro, ou sobre o que eu penso em fazer quando me formar eu penso em responder isso.

Eu amo a loucura. E não falo sobre algum tipo de doença mental, que sem sombra de dúvidas, é uma das piores doenças existentes. Eu falo da loucura que vem do que tem de mais lindo da felicidade: a diversão.

Quando penso no meu futuro, no que eu quero para mim, eu só consigo me imaginar em algum país, comendo comidas estranhas, rodeada de gente tão louca quanto eu, maquinando alguma coisa extraordinária que entre no Livro dos Recordes.

Loucura para mim é não se importar com o julgamento alheio. Fazer o que te traga felicidade. Fazer o que te traga a leveza, a liberdade e consequentemente o amor, sem que para isso, seja necessária a presença dos vícios e tantas outras coisas ruins.

Assisti um dia desses um filme que traduz exatamente isso que tento explicar: Pronta Para Amar. Me inspiro muito nas filosofias de vida da protagonista. Assista que vale a pena.

Simplesmente a loucura é a maior meta que tento alcançar cada dia um pouco mais, porque só os loucos pela vida, loucos pela felicidade, loucos pelo prazer de fazerem aquilo que os façam bem são realmente felizes. E se a vida é tão curta e o dia de amanhã é uma incógnita, por que não ser feliz agora? Por que não converter a tristeza em coisas que te engrandeçam?

“A felicidade está onde eu quero que esteja” –  Frederico Elboni

Estou falando tudo isso, porque ontem foi o Dia Internacional da Felicidade e hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Down, que é uma diferença genética que algumas pessoas possuem, e que não muda em nada o fato de que elas também podem ser felizes, apesar das dificuldades.

E para fechar, assistam ao vídeo abaixo ( #DearFutureMom), uma campanha criada por uma agência publicitária inglesa a pedido da CoorDown (Coordenação Nacional das Associações de Pessoas com Síndrome de Down na Itália), em parceria com outras oito associações internacionais. Lançada sexta-feira passada, foi a campanha mais compartilhada do mundo inteiro.

#vivaaloucura

Nanda

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